Canção da Torre Mais Alta
Ociosa juventude De tudo pervertida Por minha virtude Eu perdi a vida.Ah! Que venha a hora Que as almas enamora. Eu disse a mim: cessa,Que eu não te veja: Nenhuma promessaDe rara beleza.E vá sem martírioAo doce exílio. Foi tão longa a esperaQue eu não olvido.O terror, fera,Aos céus dedico.E uma sede estranhaCorrói-me as entranhas. Assim os PradosVastos, floridos De mirra e nardoVão esquecidos Na viagem toscaDe cem feias moscas. Ah! A viuvagem Sem quem as ameSó têm a imagemDa Notre-Dame!Será a prece piaÀ Virgem Maria? Ociosa juventudeDe tudo pervertidaPor minha virtude Eu perdi a vida.Ah! Que venha a horaQue as almas enamora!
Ps. é claro que sim!
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